Gerir uma equipe vai muito além de simplesmente conhecer processos e saber delegar. É importante conhecer as pessoas e saber como lidar com elas, como manejar sua equipe. Mais que isso, antes é importante conhecer a si mesmo, seus pontos de melhoria e pontos fortes. Conhecer seus limites! E, claro, superá-los!

Foi o que aconteceu com o Kaio Minella, Gerente Operacional da DC Logistics Brasil. Uma organização com a qual já tivemos a honrosa oportunidade de fazer alguns trabalhos no âmbito de desenvolvimento de Lideranças e de Executivos. O tempo passou e o Kaio também evoluiu! Recentemente, ele foi promovido a uma nova função dentro da organização. Com mais responsabilidades agora, foi importante mais doses de desenvolvimento. Foram 10 encontros maravilhosos com esse grande Gestor que nos deu a permissão e a oportunidade de provocarmos mais evolução.

E o Kaio compartilhou conosco, em dois momentos, seus ganhos com o Processo de Coaching! A seguir, as palavras do Kaio.

“A primeira impressão do Coaching foi muito positiva, pois a Coach Janaina me deixou à vontade para discussão e é um exemplo de alto astral, tornando o ambiente muito positivo. Podemos dizer que esse é um dos primeiros ensinamentos, e um dos mais importantes, pois tem um poder de contagiar a equipe muito forte.

Quanto à oportunidade de fazer o Processo de Coaching eu valorizei muito, porque entendo que é uma oportunidade única de crescimento, tanto pessoal quanto profissional, aliada à expectativa e confiança depositadas em mim. Além disso, foi mais uma forma de demonstrar responsabilidade que meu novo cargo na DC Logistics Brasil requer.

Durante os encontros, pude analisar a minha atuação como profissional com outros olhos. Ou, melhor, como se eu fosse um expectador crítico, identificando os pontos fortes e os pontos a desenvolver. Discutindo os mesmos com a Jana. As conversas me encorajaram a imprimir meu modelo de trabalho na nova gestão, esvaindo o sentimento de que eu deveria trilha o mesmo caminho de meu antecessor.

Pude perceber que muitos dos pontos eu já vinha aplicando, porém de uma forma intrínseca. E, conhecendo a técnica, eu tive a oportunidade de aprimorar e – o mais importante – repassar conhecimentos à equipe. Cito aqui algumas passagens marcantes que pude desenvolver junto à Jana:

Planejamento a longo prazo que, até então, era um paradigma para mim. E isso me possibilitou a desenvolver projetos de capacitação com a equipe e vários outros. Inclusive, pela analogia adotada pela Jana, pude auxiliar os coordenadores a também quebrar essa barreira.
Envolvimento dos Coordenadores para diversas discussões ricas, as quais fluíram e fluem num tom leve e de muita sinergia
O Estímulo da Proximidade com as Equipes, para tratativas informais e com tom de amizade. Sendo “pulso firme” quando necessário, sem o receio do “bico”
Senso Crítico mais Aguçado
Falar com Convicção, especialmente com pessoas fortes
Focar na Solução
Separar Pessoal e Profissional, diante de situações desconfortáveis. E lembrar que o outro pode ter seus motivos para ser mais ríspido, irracional. Ou seja, não me abalar com isso.
Controlar a Auto Cobrança! Nem sempre eu tenho a solução para todos os problemas. E, para o que eu precisar, eu posso contar com meu Gestor, com quem, por sinal, tenho tido um bom relacionamento e tem se mostrado solícito às minhas colocações.

Guardei, também, algumas frases marcantes que utilizo no meu dia a dia. Por exemplo:

– O elogio é a seta do caminho certo
– Planejamento é o nosso norte. E nós o barco que, constantemente, ajusta suas velas rumo à direção certa

Além disso, conversamos bastante a respeito do constante aprendizado, através de sites, podcasts… Estes, por sinal, passaram a me acompanhar nas idas para Itajaí e têm me ajudado muito!

Também conversamos muito a respeito do importantíssimo “Delegar”, o qual eu preciso fazer com alta frequência e qualidade, de modo que eu acompanhe sem ter de ficar cobrando, alinhando quando e como melhor me posicionar. Conceito esse que foi compartilhado com os coordenadores, trazendo ganhos muito significativos, como eles mesmos relataram.

Por fim, passaram dias na nova função, mantive o hábito de durante 30 minutos no início do dia, dedicar-me à organização das tarefas diárias, para utilizar bem a minha energia focando na otimização e eficácia das ações. Aos poucos, pude perceber que a quantidade de e-mails gradativamente diminuíram, tornando-se segundo plano, dando-me condições para me dedicar às melhorias e ao Planejamento Estratégico. Este cenário me causou certa estranheza. Então compartilhei com a Jana. E ela utilizou uma frase que me fez pensar que, de fato, eu estava no caminho certo. A frase foi:

“O bom maestro é aquele que não precisa tocar em nenhum instrumento.”

Para mim, esta foi a evidência mais forte de que o Processo de Coaching surtiu muito efeito!”